Agrotis: 35 anos de mercado, um escritório novo
A Agrotis é uma daquelas empresas que você talvez não conheça pelo nome — mas que sustenta uma parte importante do agronegócio brasileiro. São mais de 35 anos desenvolvendo software para gestão agrícola, atendendo clientes de todo o Brasil, de Curitiba, onde fica a sede.
Trinta e cinco anos é muito tempo. É tempo suficiente para uma empresa se reinventar várias vezes. O produto evoluiu. O time cresceu. O posicionamento mudou. A Agrotis de hoje não é a mesma de dez anos atrás — e definitivamente não é a mesma de quando começou.
Mas o escritório era.
O escritório que ficou para trás
Não era um espaço ruim. Funcionava. Mas funcionava para uma versão da Agrotis que já não existia. O time tinha crescido, e as salas não acompanharam. A operação mudou, mas a planta continuava a mesma. A recepção — a primeira coisa que um cliente vê quando entra — não transmitia o porte de uma empresa que atende o agronegócio brasileiro inteiro.
As áreas de convivência existiam. Sempre fizeram parte da cultura da Agrotis — e isso diz muito sobre a empresa. Mas o espaço dedicado a elas já não era suficiente. O que funcionava para um time menor precisava de mais estrutura, mais amplitude, mais intencionalidade.
O escritório tinha ficado para trás. E quando o espaço onde sua equipe trabalha todos os dias não acompanha mais quem vocês são, o incômodo é constante — mesmo que ninguém verbalize.
Ninguém reforma um escritório por estética. Reforma porque o ambiente virou um obstáculo para a operação que a empresa precisa entregar.
A decisão de reformar
Reformar o escritório de uma empresa com mais de 35 anos de operação não é uma decisão simples. Não é trocar móveis. É mexer na rotina de quem trabalha ali todos os dias, sem parar a empresa. É tomar decisões que afetam como o time se comunica, como os clientes são recebidos, como o espaço suporta — ou atrapalha — o que a operação precisa entregar.
E tem um risco que pouca gente menciona: o risco de reformar e o resultado não ser o que foi planejado. Qualquer empresa que já passou por uma obra sabe do que estou falando. O projeto fica lindo na apresentação. Mas entre a aprovação e a entrega, muita coisa muda. Materiais são substituídos. Detalhes são improvisados. Decisões são tomadas na pressão do prazo por quem está na obra — não por quem pensou a estratégia do espaço.
A Agrotis não podia correr esse risco. Não depois de 35 anos construindo uma empresa séria. O escritório novo precisava ser exatamente o que foi planejado.
O projeto: entender antes de desenhar
A A9 começou pelo diagnóstico. Não um briefing rápido com referências visuais. Um diagnóstico real: como o time da Agrotis trabalhava no dia a dia, quais ambientes funcionavam e quais não funcionavam, o que o espaço precisava comunicar para quem entra pela porta, e — detalhe que faz diferença — como o escritório poderia ser pensado desde o início para permitir expansão futura.
A Agrotis não precisava só de um escritório novo. Precisava de um escritório que crescesse junto com ela.
A partir desse diagnóstico, a A9 desenvolveu o projeto completo pelo OrbitA9 Projetos — a metodologia que usamos para transformar um problema de espaço em um projeto que resolve problemas de negócio. Do serviço preliminar ao projeto executivo, cada etapa foi construída para que nenhuma decisão importante fosse tomada no improviso. O layout, os ambientes, os fluxos de circulação, os materiais — tudo pensado para a Agrotis que existe hoje e para a que vai existir amanhã.
O projeto não nasceu de referências do Pinterest. Nasceu de um diagnóstico de como a Agrotis realmente opera — e do que o espaço precisava resolver.
A obra: ficar até o final

Aqui é onde a maioria dos escritórios de arquitetura sai de cena. Entrega o projeto executivo, deseja boa sorte e parte para o próximo cliente. O que acontece na obra fica entre a construtora e o cliente.
Na Agrotis, a A9 ficou.
Pelo OrbitA9 Obras, acompanhamos a execução do início à entrega final. Não como construtora — a A9 não executa obra. Não como gerenciadora — não garantimos prazo, não contratamos fornecedor. Acompanhamos como guardiãs do que foi projetado.
Na prática, isso significa que cada decisão tomada durante a obra passou pelo crivo de quem desenhou a estratégia. Material que precisava ser substituído? Validamos a alternativa para garantir que o resultado não fosse comprometido. Detalhe que gerou dúvida? A equipe que projetou o espaço estava ali para responder. Ritmo semanal de acompanhamento, gestão de mudanças, controle de qualidade.
O objetivo é simples: garantir que o que foi construído seja o que foi projetado. Sem surpresas. Sem improvisos. Sem aquele gap silencioso que transforma um projeto estratégico em um escritório genérico.
O escritório novo da Agrotis

O resultado é um espaço que finalmente acompanha a empresa.
A recepção agora transmite o porte da Agrotis e quem entra pela porta entende, em segundos, o tamanho da operação que funciona ali. As áreas de convivência ganharam o espaço e a estrutura que a cultura da empresa sempre mereceu. As salas comportam o time como ele é hoje. E o projeto foi desenhado para acompanhar o crescimento dos próximos anos, não apenas resolver o problema de agora.

Mas talvez o mais importante não seja o que mudou no espaço. Seja o que não mudou no caminho. O escritório que foi entregue é o escritório que foi projetado. Sem desvios, sem improvisos, sem aquela sensação de que algo se perdeu entre o 3D da apresentação e a realidade da obra.
O escritório novo da Agrotis não é só mais bonito. É exatamente o que foi planejado — e finalmente acompanha a empresa que a Agrotis se tornou.
E a sua empresa?
A Agrotis levou 35 anos para chegar onde está. O escritório antigo contava a história de uma versão anterior da empresa. O novo conta a história de quem ela é agora — e de quem pretende ser.
Se o espaço onde sua equipe trabalha todos os dias não acompanha mais a sua operação, a conversa começa aqui.





